Uma avalanche chamada vida

Eu não menosprezo ninguém, ou melhor, procuro não menosprezar. Na verdade eu me emociono quando vejo velhinhos de cabelo branco vivendo suas vidas com a calma de uma alma que pede sossego. Me emociono ao ver as crianças brincarem com o olhar de quem quer descobrir tudo em uma tarde. Talvez essas sejam as melhores fases da vida de um ser humano, onde começamos a criar sonhos e depois, sorrimos por termos os conquistado ou então, por termos criado outros.