Guia Folha anuncia Melhores de 2015

O Guia Folha, sessão cultural do jornal Folha de S. Paulo, divulgou a lista dos Melhores do Ano das categorias cinema, concertos, dança, shows, exposições, crianças, noite, bares, teatro e restaurantes.  Em cada categoria, um juri especializado e o público decidem os principais destaques de 2015.

Categoria Cinema

O júri elegeu Divertida Mente de Pete Docter e Ronnie Del Carmen, como o melhor filme estrangeiro do ano. Já os eleitores do “Guia” votaram em “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)” de Alejandro González Inãrritu, com 52 votos. Mais detalhes!

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Como melhor mostras de cinema do ano, a escolhida pelo júri foi “Jean-Luc Cinéma Godard” já os leitores votaram no “In-Edit Brasil – 7º Festival do Documentário Musical”.  Mais detalhes!

melhor filme nacional na opinião do júri foi o documentário “Últimas Conversas” de Eduardo Coutinho. Já o filme mais votado pelos leitores foi “Que Horas Ela Volta?” de Anna Muylaert. Mais detalhes!

Categoria Concertos

A peça “Gurre-Lieder” interpretada pela Osesp e regida por Isaac Karabtchevsky foi eleita como o melhor concerto nacional pelo júri. Os eleitoras escolheram a apresentação da Orquestra Sinfônica Heliópolis, regida por Isaac Karabtchevsky com Quaternaglia. Mais detalhes!

concerto

Como concerto estrangeiro melhor do ano, a apresentação da Orquestra do Festival de Budapeste, a qual é regida pelo maestro Iván Fischer foi a eleita pelo júri. E o espetáculo da Filarmônica de Lemberg, junto com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, foi a escolhida como o melhor do ano pelo público. Mais detalhes!

Na opinião do júri, a melhor ópera do ano foi “Thaïs” criada por Jules Massenet (1842-1912) e encenada no Theatro Municipal em julho e agosto. Já para o público que votou, a melhor do ano foi “Polly – A Ópera do Mendigo parte 2” encenada pelo Núcleo Universitário de Ópera (NUO). Mais detalhes!

Categoria Dança

A coreografia “Dança Sinfônica” do Grupo Corpo, assinada por Rodrigo Pederneiras, que marcou as celebrações de 40 anos da Cia, foi a eleita pelos jurados. “Indigo Rose” da São Paulo Companhia de Dança, foi a escolhida pelo público. Mais detalhes!

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Categoria Shows

O festival mais votado pelo júri especializado e escolhido como o melhor do ano foi “Popload Festival”, o qual a terceira edição ocorreu em outubro. “Lollapalooza“, festival que aconteceu em março, foi o mais votado pelo público. Mais detalhes!

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Como show nacional melhor do ano, “A Mulher do Fim do Munfo” de Elza Soares foi eleito pelo júri. Já o público deu mais votos para a banda Los Hermanos, a qual não lança um novo álbum há dez anos. Mais detalhes!

Já o show estrangeiro melhor do ano na opinião do júri foi a apresentação do ex-Pink Floyd David Gilmour. Para o público, a melhor apresentação foi do grupo norte-americano de indie rock Imagine DragonsMais detalhes!

Categoria Exposições 

A Galeria Estação foi a que mais recebeu votos do júri considerada a melhor do ano. A Estação fica em Pinheiros e preserva a memória do imaginário do povo brasileiro, com um acervo de arte popular. Já os leitores, deram 65 votos e escolheram como a melhor do ano, a Galeria Virgílio, também em Pinheiros. Mais detalhes!

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A melhor exposição do ano de acordo com o voto dos jurados foi a mostra “Terra Comunal – Marina Abramovic – MAI” que estreou em março no Sesc Pompeia. Para os leitores do “Guia” a melhor do ano foi “Kandinsky: Tudo Começa num Ponto” que ficou em cartaz no Centro Cultural do Banco do Brasil. Mais detalhes!

Categoria Criança

Os júri especializado, elegeu como melhor passeio infantil o parque KidZania, o qual simula uma cidade onde as crianças podem brincar de trabalhar como bombeiros, policiais, médicos, jornalistas e ainda gastar dinheiro de mentirinha. Já o público deu mais votos para o Espaço de Leitura do parque da Água Branca. Mais detalhes!

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Como melhor peça infantil do ano, os jurados elegeram “Mas Por Quê??! A História de Elvis” dirigida por Renato Linhares. Em contrapartida, “Refugo Urbano” foi a mais votada pelo público. A peça tem direção de Suzana Aragão. Mais detalhes!

Categoria Festa

A Selvagem foi eleita como a melhor festa do ano pelos jurados especializados. A balada costuma ocorrer aos domingos na praça Dom José Gaspar. Já o público escolheu como a melhor do ano, a festa Gambiarra, balada que recebe atores e público ligado às artes. Mais detalhes!

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O título de melhor clube de acordo com o voto dos jurados, ficou com The Year, espaço que foi inaugurado em outubro e possui curadoria musical de Chico Cornejo.  Entretanto, o Club Yacht foi o escolhido pelo público, a qual possui cores azul, cinza e prata nas paredes da casa, que simulam cascos de navio. Mais detalhes!

Categoria Bares

Como melhor novo bar, Frank Bar foi o escolhi pelo júri. A casa, instalada no hotel Maksoud Plaza, presta uma homenagem a Frank Sinatra. O público escolheu a São Paulo Tap House, que possui 40 torneiras de chope com rótulos nacionais. Mais detalhes!

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Categoria Teatro

A melhor peça nacional do ano, de acordo com os jurados, foi “O Homem Primitivo” com Pedro Cardoso e Graziella Moretto. O público escolheu o espetáculo dirigido por Pedro Garrafa e encenado por Flávia Garrafa, intitulado “Fale Mais sobre Isso“. Mais detalhes!

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A peça suíça “Stifters Dinge” que fez parte da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo foi eleito como a melhor peça internacional pelo júri. O público elegeu a peça argentina “Wayra” do grupo Fuerza Bruta. Mais detalhes!

Já a peça “Urinal” foi a escolhida pelo júri como melhor musical do ano. A adaptação de uma comédia americana é dirigida por Zé Henrique de Paula. O público deu mais votos para “Nuvem de Lágrimas” que é inspirado no romance “Orgulho e Preconceito” da inglesa, Jane Austen. Mais detalhes!

Categoria Restaurantes 

O melhor restaurante do ano, escolhido pelos jurados especializados da “Guia” foi o italiano Nino Cucina, o qual abriu as portas em agosto, sob comando do chef Rodolfo De Santis. Para os leitores, o melhor escolhido foi UN Restaurante, de cozinha japonesa, é tocado por Tadashi Shiraishi. Mais detalhes!

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Espetáculo “Casa de Pólvora” está de volta

Com as duas apresentações a Cia. Colher de Pau – núcleo de produção teatral da SCAR – encerra o projeto de temporada realizado com recursos do Fundo Municipal de Cultura.

No dia 25, às 15h, a peça será apresentada ao público adolescente, formado por alunos das escolas Helmuth Duwe (Bairro Rio da Luz, onde surgiu a fábrica em que ocorreu a explosão abordada na produção) e Atayde Machado (do Bairro Czerniewicz, para onde se transferiu até o acidente).

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O espetáculo será seguido de um bate-papo entre artistas e públicos. No dia 26, às 20h, a apresentação será aberta ao público em geral, com entrada mediante a doação de 1kg de alimento. O espetáculo tem classificação para 12 anos e 50 minutos de duração.

Conforme o produtor Maykon Junkes, o espetáculo vem passando por processos de manutenção, com a constante vinda do diretor gaúcho Marcelo Bulgarelli, com o objetivo de aprimorar ainda mais a produção que conta um momento trágico da história de Jaraguá.

Ao mesmo tempo, “Casa de Pólvora” intensifica os preparativos para a participação em importantes festivais: o Festival Nacional de Teatro de Campo Limpo (São Paulo, SP, em outubro) e a Mostra SESC Cariri de Cultura (Juazeiro do Norte, Ceará, em novembro).

Sobre o espetáculo

“Casa de Pólvora” faz uma releitura da explosão de uma fábrica de pólvora ocorrida há 60 anos em Jaraguá do Sul. Desde a estréia no dia 6 de novembro do ano passado, a produção vem merecendo elogios pela qualidade cênica e fidelidade com o contexto histórico.

O espetáculo lembra um dos mais importantes e trágicos momentos da história do município. Em 6 de novembro de 1953, no local hoje conhecido como Tifa da Pólvora, três explosões consecutivas destruíram a fábrica Pernambuco Powder Factory. Essa explosão foi ouvida a 50 km de distância e causou danos em edifícios num raio de mil metros. Mais do que vidros estilhaçados e paredes rachadas, porém, o evento deixou dez mortos e doze feridos. A tragédia foi eternizada na canção “Deiz Cruiz Empareiadas” de Athayde Machado, o Dadi, e deixou uma marca profunda na história do município.

A explosão na fábrica e o luto da população inspiraram “Casa de Pólvora”, uma história fictícia onde três irmãos procuram por sua mãe enquanto sua casa é atingida por explosões. Revirando os escombros nessa frenética busca, os irmãos se deparam com memórias do que eram suas vidas. Ao encontrar essas lembranças, dor e riso se alternam em um espetáculo onde memórias felizes dividem o palco com feridas nunca cicatrizadas.

Mais informações pelo telefone (47) 3275-2477.

Contação de história acontece neste sábado

Acontece neste sábado (12), às 10h30, na Biblioteca Pública Municipal Rui Barbosa, mais uma sessão de contação de história.

A atração deste mês será o espetáculo “A Bruxa conta Branca de Neve”, com a atriz Mery Petty. Na exibição, a bruxa elenca argumentos em defesa própria. Segundo ela, muitas razões a levaram a fazer o que fez e o fim da história nem era bem aquele. A apresentação tem cerca de 40 minutos. A entrada é gratuita e o evento destinado a todas as idades.

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Festival de Formas Animadas chega a Jaraguá do Sul

De 29 de setembro a 3 de outubro Jaraguá do Sul volta a ser palco do Festival de Formas Animadas, que traz ao Centro Cultural e a espaços alternativos atrações para todas as faixas de idade.

Bichos do Brasil

Em sua décima quinta edição, o evento já é agenda obrigatória para o público de Jaraguá e região. As apresentações serão todas com entrada gratuita, com ingressos que poderão ser retirados na Secretaria da SCAR. Escolas poderão participar com turmas de alunos, mediante agendamento prévio.

O evento é uma realização da SCAR com apoio da Udesc e apoio financeiro da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte do Governo de Santa Catarina através do FunCultural.

Seminário destaca conteúdo científico

Junto com a programação de espetáculos ocorre o 12º Seminário de Estudos Sobre Teatro de Formas Animadas e o lançamento de mais uma edição da Revista “Móin-Móin”, publicação que divulga trabalhos de pesquisadores, técnicos e artistas deste gênero artístico. No seminário participarão convidados do Brasil e do exterior que debaterão o tema “Filosofias da Formação no Teatro de Formas Animadas”.

Peça “MundoMudo” tem apresentação em Joinville e Jaraguá do Sul

As relações humanas de dependência e de opressão são o mote do espetáculo “MundoMudo”, da Cia. Azul Celeste, de São José do Rio Preto (SP), que circula a Rede Sesc de Teatros em agosto. Em Joinville a apresentação ocorre no dia 14, e em Jaraguá do Sul no dia 15 de agosto. A montagem traz a história de dois palhaços que se encontram abandonados em um velho circo. Tendo apenas um ao outro, eles vivem muitas vezes na dependência onde não conseguem se separar. Dentro de um picadeiro metafórico e de atmosfera cruel, eles defendem suas condições humanas e mostram suas diferenças de poder.

MUNDOMUDO - Foto de Paulo Brazyl - 1

Inspirado no universo desértico do texto “O Fim do Jogo”, do dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989), o espetáculo investiga a relação cultural entre o velho e o novo por meio dos valores difundidos na sociedade contemporânea e aborda temas como isolamento, aprisionamento e abandono. Com direção de Georgette Fadel, dramaturgia de Cíntia Alves e atuação de Jorge Vermelho e Henrique Nerys, a montagem marca os 25 anos da Cia. Azul Celeste.

Sobre a Cia. Azul Celeste

A Cia. Azul Celeste foi fundada em março de 1989 pelos atores Jorge Vermelho e Cássio Ibrahim, em São José do Rio Preto, interior do estado de São Paulo. Os dois, inquietos e provocados, queriam criar no interior do estado, um grupo que pudesse servir de instrumento para a pesquisa das linguagens cênicas e suas possibilidades. A partir desse encontro, profissionais foram incorporados à equipe do grupo e teve início um trabalho investigativo acerca das diferentes etapas da criação.  Até o ano de 2015, montou 28 espetáculos e participou de inúmeros eventos e festivais brasileiros, conquistando inúmeros prêmios nacionais de teatro. Atualmente, desenvolve pesquisa sobre a dramaturgia brasileira contemporânea e busca o aprimoramento técnico e teórico de seus integrantes por meio de encontros, leituras, debates e seminários.

CRONOGRAMA

A programação detalhada pode ser consultada em http://portal.sesc-sc.com.br/evento/2288

Os ingressos são gratuitos e distribuídos 1 hora antes do início do espetáculo, no local do evento, sujeito à lotação.

Fonte: Rede Sesc de Teatros

SCAR: Confira as atrações culturais do mês de junho

Assim como em toda última quarta-feira do mês, no próximo dia 24 os participantes do projeto Música Para Todos apresentam ao público no Piano Bar, a partir das 18h30, o desenvolvimento do trabalho de formação em 19 classes de instrumentos. Nesta edição, o programa reunirá obras para flauta transversal e prática de conjunto. A entrada é gratuita.

No dia 25 é a vez das crianças e adolescentes que participam do projeto Camerata, se apresentarem com o repertório recheados de músicas eruditas. A apresentação ocorre no pequeno teatro a partir das 20h e a entrada é gratuita.

Já no dia 26 e 27 o Dias 26 o Grupo de Experimentação Cênica (GPOEX) traz ao palco da SCAR o espetáculo “Casamento Aberto, mas nem tanto”. Remontagem criada com nova roupagem e entendimentos quanto aos novos hábitos das relações atuais. O espetáculo apresenta-se como uma comédia ligeira e de costumes, bem ao gosto popular, que ao mesmo tempo diverte e faz refletir as relações e os nossos hábitos em tempos de mídias sociais e internet. A apresentação ocorre no pequeno teatro, a partir das 20h.

Dos dias 29 de junho a a 02 de julho ocorre a IX Mostra de Artes Plásticas no Hall do teatro. A exposição é organizada pela Oficina de Artes Plásticas da SCAR com o objetivo de apresentar à comunidade os trabalhos elaborados pelos alunos. Na ocasião o público pode acompanhar a evolução dos alunos com seus variados trabalhos de acordo com as temáticas discutidas em sala de aula. O evento é gratuito.

Cia Carona, no ano de comemoração dos seus 20 anos, volta à Jaraguá com espetáculo clown

Dia 3 de abril a Cia Carona retorna a Jaraguá do Sul para uma apresentação no palco do teatro do Sesc. A Cia já se apresentou no Sesc em 2009, quando permaneceu em cartaz por seis dias com o espetáculo “Volúpia”, sempre com casa lotada, e em 2011 no Aldeia Palco Giratório.

Um dos trabalhos de maior destaque da companhia foi “Os Camaradas”, de 2001, dramaturgia de Alfredo Megña e da própria Cia Carona. A repercussão entre os críticos e os espectadores levou o grupo a participar de vários festivais nacionais e internacionais, além de projetos de circulação, como o Encena Catarina e o Palco Giratório.

Esta foi apenas uma amostra dos sucessos que iriam para a cena em seguida, como “A Parte Doente” (2005), “Volúpia” (2008), “Passarópolis” (2010), “É tentando que se desiste” (2010) e “Das Águas” (2012). Atualmente, a Cia Carona é composta por Pépe Sedrez, Fábio Hostert, James Beck, Sabrina Marthendal e Sabrina Moura.

“É Tentando Que Se Desiste”

Intolerante com os absurdos do cotidiano, Claus, um clown mal-humorado, libidinoso e de saúde frágil, na companhia de sua mala e de seus remédios, brinca e se enerva com suas referencias de infância.

O espetáculo é inspirado em uma pesquisa na linguagem do clown/palhaço, e que atualmente é desenvolvida através das aulas que o ator/pesquisador James Beck ministra na Carona Escola de Teatro sobre a ‘técnica/arte do palhaço/clown’, leituras e cursos realizados com outros pesquisadores, que visam aprofundar o jogo ator/plateia, e sempre calcado em situações contemporâneas. A classificação indicativa é de 14 anos. Entrada franca. Retirada dos ingressos 1h antes do início do espetáculo.