Vídeo: Saiba quais lugares são os mais procurados para viajar

Apesar das dificuldades financeiras que o Brasil tem passado, o bom brasileiro não deixou de agendar a viagem em família, ou entre amigos neste fim de ano. Eu e a Bruna Rebelato, fomos até a Cosmos Turismo para saber se a crise econômica atingiu o setor turístico e claro, para pedir dicas de lugares para viajar, já que o verão termina só em março. Ainda da tempo de programar uma viagem.

Confira o vídeo!

https://www.youtube.com/watch?v=bksfRgmLWOU

Izabella Wagner dá cinco dicas de comida fit para o verão

Apesar do “projeto verão” estar nos minutos finais da prorrogação, para mudar os hábitos não há prazo final, basta ter força de vontade. Para Izabella Wagner foi mais ou menos assim. Ela que é atleta bikini fitness, afirma que não passa vontade e que consegue transformar até aquela lasanha mais gordurosa em um prato fit. Natural de Curitiba, Izabella mudou-se para Jaraguá do Sul há 10 anos, e foi então que começou a notar que seus hábitos alimentares não estavam gerando resultados saudáveis. Tudo começou com a mudança de costumes como comer em menor quantidade e mais vezes. Influenciada pelo gosto de um de seus filhos, aprendeu com a cunhada a fazer biomassa e a partir daí a paixão pelas comidas fit teve início.  Para ela, o que a motiva são as consequências, “É muito importante sabermos o que estamos comendo, que valor nutricional isso traz pra nós e as consequências que serão proporcionadas”.

Para quem está precisando daquele empurrãozinho, a Izabella separou cinco dicas de alimentos que podem te ajudar.

Leite de coco
Pode ser adicionado no café, substituindo o leite animal, por exemplo, ou então em smoothies, em receitas como paella, peixe, camarão. De acordo com a Izabella, o leite de coco vai bem com tudo e é a cara do verão.

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Foto: Leite de coco caseiro (receita completa você confere no instagram: izabellawagner)

Farinhas funcionais
As farinhas funcionais (grão de bico, coco, arroz, quinoa) podem ser usadas desde o café da manhã até o jantar, pois proporcionam diversas formas de preparo. A ideia é substituir a farinha branca pra uma das opções citadas anteriormente.

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Foto: Pão de farinha de coco com banana.

Polpa de açaí
Essa opção não é aquela comum que compramos em supermercado. Deve ser a polpa que é sem xarope e sem açúcar. Pode ser batido no liquidificador com alguma fruta (dicas: manga, mamão) e amendoim. É refrescante e saudável.

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Foto: Polpa de açaí com fruta e amendoim.

Suco verde
É detox é fácil de fazer. Além disso, dá a possibilidade de misturar vários ingredientes: folhas de couve, limão, gengibre, pepino japonês e frutas diversas. Coloque tudo no liquidificador com água. A dica é beber em jejum para o organismo absorver melhor os nutrientes. Porém, pode ser tomado em qualquer hora do dia.

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Foto: Suco verde detox.

Cremes vegetais
Os cremes vegetais podem ser usados como acompanhamento (recheio ou molho). Alguns sabores indicados pela Izabella são: Tofu, castanha de caju ou do Pará, macadâmia e amêndoas. Eles duram na geladeira e são super versáteis, além disso podem ser consumidos frio ou quente.

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Da esquerda para a direita – Foto 1: Crepioca com bolinho de carne e requeijão fit;
Foto 2: Creme de leite de coco com castanha de cajú;
Foto 3: Tapioca com recheio de creme de macadâmia;
Foto 4: Creme de castanha do Pará

Além de aderir à alimentação saudável, a Izabella também dá a dica de unir a alimentação a algum exercício. Para o verão ela contou alguns exercícios fáceis de fazer, que dão resultado, e claro, que podem ser feitos em qualquer lugar, na praia, no campo, no quarto do hotel, etc.

Alongamento
Primer para outros exercícios. Geralmente é esquecido mas é uma boa opção para empolgar para uma caminhada por exemplo.

Pular corda
Pode-se iniciar em ritmo lento e aumentando gradativamente. Pular com uma perna só, rende o fortalecimento das pernas. Aos poucos pode avançar com viradas duplas da corda.

Caminhada
As caminhadas são ótimas pois cada pessoa faz no ritmo de passo que melhor se adequar e além disso, a caminhada pode avançar para uma corrida.

Série de abdominais
São inúmeros os exercícios de abdominais. Escolha o que melhor lhe agradar e faça séries ou então cronometre 30 segundos com pausas de 10.

Instagram: izabellawagner
Snapchat: izabella.wagner

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As obras introspectivas e misteriosas do artista Julian Gallasch

Crédito: Arquivo pessoal/Flickr

 

O artista plástico e designer de produto, Julian Gallasch, nasceu em São Paulo e atualmente reside em Blumenau. Sempre trabalhou com desenho, estampa e graffiti, e há 10 anos começou a pintar telas. Ele afirma que sua principal influência é a própria história, “tudo o que já passei foi somando pra criar o meu estilo atual”.

As obras do artista possuem um traço inovador, com uma estética geométrica e repetitiva. Os retratos desfigurados propositalmente possuem uma boa dose de contraste que resultam em obras impactantes. Atualmente quase todo seu trabalho é encomendado, porém, todo ano ele prepara obras para acervo e exposição.

O artista já fez 13 exposições, e estima ter criado em torno de 200 obras, algumas delas para marcas conhecidas mundialmente como: Diesel, Jun Nakao, Mario Queiroz, Wagner Kallieno, Sommer, Von der Völke, e também as revistas Rolling Stone e Época.

Questionado sobre qual encomenda mexeu mais com o ego artístico, ele afirmou que gosta muito das telas de triângulo, principalmente a que foi para a Casa Cor SP neste ano.

Casa Cor SP. Crédito: Arquivo pessoal/Instagram

Gallasch ainda explica que cada obra tem um significado, dizem um pouco sobre ele mesmo e sobre o dia a dia, algumas mais introspectivas, e outras mais misteriosas. Inserido no segmento artístico brasileiro, ele acredita que a arte no Brasil está expandindo, “acho que tudo que é artesanal está ganhando atenção”.

Quem quiser conferir algumas obras, pode visitar a exposição de Julian Gallasch que ocorre desde o dia 16 e segue até o dia 30 de setembro, no Casa Hall Offices em Balneário Camboriú (Avenida do Estado, 4770).

Catarinense é considerado um entre os três sósias mais conhecidos de Johnny Depp

O catarinense Douglas May é considerado um entre os três sósias mais conhecidos do ator Johnny Depp no mundo. A semelhança é extremamente grande, principalmente quando May interpreta o capitão Jack Sparrow.

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Douglas May é natural de Rio do Sul (SC), e atualmente mora em Jaraguá do Sul. É formado em Direito, Teatro e História. Antes de engajar na atuação como o sósia do ator Johnny Depp, trabalhava em um escritório de advocacia. O trabalho de May tornou-se profissional há dois anos, antes disso a atuação era amadora, porém, tudo teve inicio há cinco anos, quando May participava de um grupo de pesquisa de teatro em Florianópolis. Além do capitão Jack Sparrow, ele já fez imitações de diversos personagens, entre eles Bertold Brecht e Che Guevara.

De acordo com May atualmente a composição do figurino é feita por ele mesmo, que faz o desenho e encaminha para uma figurinista, porém, quando ainda era amador, ele além de criar os desenhos, também fazia o corte e a costura. O armamento que é utilizado pelo personagem Jack Sparrow também é confeccionado por ele. “Passa por todo um processo de fabricação, com instrumentos de corte bruto da madeira, lixamento manual e depois é finalizado com os acabamentos”. Ele afirma ainda que é parado na rua pelas pessoas que pedem para tirar fotos, porém, o “assédio” é maior em São Paulo. “Lá as pessoas acreditam que realmente pode aparecer de uma hora pra outra uma celebridade, então eu fico ouvindo de longe quando eu passo, elas se questionam se sou ou não o real Johnny Depp”.

Foto Douglas May – Crédito: Marcelo Luis

Para ele a próxima meta é fazer parceria com produtores e diretores de teatro ou cinema. “Quero fazer uma montagem de espetáculo, ou coreografia, ou talvez um musical. Já estou me qualificando, aprendendo musica e mágica, para que eu possa unir todas essas artes ao personagem”. Ele ainda pontua que atualmente já atua como Capitão Jack Sparrow em peças de teatro, que inclusive faz parte do itinerário de um passeio de barco, o qual no próximo verão irá para a quarta temporada.

O fã clube do Johnny Depp – Deppheads – criou uma tag que apoia o encontro entre o ator Johnny Depp e o sósia brasileiro Douglas May. Também foi criado um evento no Facebook. De acordo com May, o ator ainda não deu resposta se virá ou não ao Brasil.

Ensaio Porto dos Piratas – Crédito: Douglas May/Divulgação

 

Ensaio em São Paulo – Crédito: Douglas May/Divulgação

Para ver mais fotos clique aqui!

Site e Facebook oficial Jack Sparrow Brasil.

Os desfechos da carreira de modelo do jaraguaense André Klitzke

O jaraguaense de 21 anos, André Klitzke, teve uma grande mudança em sua vida a partir de 2012. Ele foi visto por um scouter da agência Master Models de Blumenau, em um dia quando andava no calçadão de Jaraguá do Sul. Foi quando recebeu a proposta de mudar-se de cidade para trabalhar como modelo. “Gostei da proposta de mudar de cidade e de me aventurar no mundo da moda” comenta Klitzke.

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Crédito: Romeu Mag

Atualmente além de ser modelo ele estuda gestão financeira, em Jaraguá do Sul. Porém, outras cidades já fizeram parte da vida de André. Em Santa Catarina fez trabalhos apenas em Jaraguá do Sul, entretanto, já visitou São Paulo, onde morou por dois anos e meio e Rio de Janeiro. Fora do país conheceu Milão, na Itália, onde morou durante três meses, além de Bologna e Napoli.

Apesar de todo o glamour e reconhecimento, Klitzke enfatiza que o principal desafio da carreira é a distância das pessoas que ama e lidar com pessoas de personalidades diferentes. “Tive que me acostumar a morar sozinho e em outras ocasiões com vários rapazes que tem costumes diferentes, manias diferentes,  na qual não estava acostumado”. O apoio da família é o maior incentivo para o jaraguaense, além dos bons resultados.

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SPFW – Desfile para Colcci

Sobre suas preferências Klitzke afirma que gosta tanto de fotografar quanto de desfilar nas passarelas. “Quando estou na passarela tem toda a mídia em cima, pessoas famosas, e são alguns segundos desfilando que marcam uma vida. Quando eu estou fotografando toda essa mídia desaparece; muitas vezes é só o modelo e o pessoal da produção” conta.

Ele ainda afirma que não sabe em números quantos trabalhos já fez, mas em meio a todas essas experiências já fez muitos trabalhos fotográficos e de todos os fotógrafos com quem trabalhou, acredita que vale ressaltar o trabalho de três deles: Tavinho Costa, Rafa Borges e Gui Paganini. Klitzke também participou do São Paulo Fashion Week por três anos – 2012, 2013 e 2014 – e o Fashion Rio – 2012 e 2013.

O antes e depois de Fernanda Majcher Zanotti

A jaraguaense Fernanda Majcher Zanotti, 32, traz em sua bagagem pessoal grandes mudanças. Transformações estas que já servem e ainda servirão de inspiração para muitas pessoas. Ela que em 2011 estava totalmente descontente com o corpo, hoje é uma das catarinenses que irá competir no Campeonato Estreantes de Fisiculturismo que acontece dia 9 de maio, em Blumenau.

Em 2011 quando se olhou no espelho e não gostou do viu, ela prometeu a si mesma que iria mudar seus hábitos alimentares e deixar o sedentarismo – como ela mesma menciona – no passado. Fernanda conta que naquele ano estava relaxada com ela mesma, não tinha vontade de sair de casa, mas sempre tinha uma desculpa para adiar as mudanças. “Eu estava muito relaxada comigo, só pensava em comer e dormir, auto-estima lá embaixo. Não aceitava estar daquele jeito, mas sempre tinha alguma desculpa esfarrapada, ou era por causa do meu filho, ou por causa da “falta” de tempo, estava acomodada demais.” Porém, em junho daquele ano ela resolveu procurar uma nutricionista e se matricular em uma academia.

A administradora conta que no começo não foi fácil se acostumar com a rotina de treinos, mas aos poucos, quando os resultados começaram a aparecer se animou muito. “Entendi que mudar dependia única e exclusivamente de mim. Minha qualidade de vida melhorou 100% e como consequência fui conquistando o corpo dos meus sonhos.” Ela ainda afirma que não existe mágica, nesses quatro anos de treino, os ingredientes especiais que levam ao corpo dos sonhos é a determinação e a disciplina.

Atualmente a maior dificuldade que Fernanda enfrenta é a questão do tempo, pois tem que conciliar trabalho, família, filho, marido, casa, treinos e ainda arrumar algum tempo livre pra cuidar dela mesma. ”Às vezes gostaria que meus dias tivessem algumas horas a mais pra dar conta de tudo. É um pouco exaustivo, eu confesso, mas até o momento tenho dado conta do recado”.

Ela conta que agora que está em contest (período em que se prepara para o campeonato) treina três vezes por dia, de segunda a sexta-feira. Acorda às 5h para fazer o primeiro exercício aeróbico, pedala em média uma hora. “Meu funcionário fez um suporte para a minha bike, o que facilita minha vida assim  eu posso pedalar em casa, afinal acho um pouco perigoso sair sozinha na rua às 5h da manhã”. Ao meio dia faz musculação, treina com o auxílio do treinador e marido, Maurício Zanotti. No período da noite, volta para a academia, onde faz o segundo exercício aeróbico para finalizar o dia. Quando está em OFF, treina apenas uma vez por dia.

Treinando

Além dos treinos, Fernanda ainda se arruma, acorda o filho, leva-o e busca na a escola, trabalha como administradora na empresa da família, especializada em recuperação automotiva, organiza as marmitas da dieta para o dia seguinte, e ainda cuida da casa, do filho e do marido. “Preciso ser muito organizada nesse sentido, senão não funciona. Nos finais de semana fica um pouco mais fácil, pois posso descansar um pouco e faço somente dois treinos aeróbicos por dia”. Ela costuma dizer que só gente louca consegue aguentar essa rotina, “minha família vive dizendo que sou mais do que louca de fazer tudo isso”.

Além disso, Fernanda segue uma dieta restrita. “Independente do lugar que eu vá eu carrego sempre minhas marmitas comigo. Esses dias estava marmitando no shopping.  As pessoas que não sabem da minha rotina, quando me veem marmitando ficam olhando e devem pensar que sou doida”.

Marmitando shopping

Apesar da satisfação pessoal, o reconhecimento que vem de outras formas também é essencial. Em novembro de 2014, a administradora participou do Campeonato Sul Brasileiro de Fisiculturismo, que aconteceu em Balneário Camboriú. Ela competiu na categoria Bikini Fitness até 1,63. Na ocasião, ficou classificada em 7º lugar entre 14 participantes. “Foi uma experiência incrível, realizei o sonho de subir no palco pela primeira vez” ressaltou Fernanda.

Campeonato sul Brasileiro 2014

No próximo dia 9 de maio a fisiculturista irá subir ao palco pela segunda vez, quando participará do Campeonato Estreantes de Fisiculturismo, que acontece em Blumenau no Parque Vila Germânica, a partir das 14h. Ela conta que o coach William Martins, o treinador Maurício Zanotti e ela, traçaram uma estratégia de treino que visa pouco desgaste, mas que mantém a qualidade para emendar o campeonato de estreantes, o estadual e também o brasileiro. “A expectativa é chegar no mínimo ao Top 3. Estamos nos esforçando ao máximo em busca disso. Esperamos que todo esse trabalho seja recompensado no palco.”

Apesar de alguns sacrifícios, Fernanda afirma com todas as letras que essa foi a vida que ela escolheu e é feliz assim, “Eu amo o que faço então faço com prazer!”.

Fernanda tem 1,63m, pesa 57kg e possui 10% de gordura corporal (em contest) e em média 16% em OFF.

Há nove meses longe de casa, catarinense conta como é ser um intercambista na Inglaterra  

Aos 21 anos, Aron Postiglione, acadêmico de engenharia eletrônica na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), já tem uma bagagem enorme de experiências que está vivenciando na Europa.Ele conta que desde o início da faculdade tinha intenção de fazer intercâmbio, mas preferiu esperar alguns semestres com o intuito de avançar os módulos mais técnicos da graduação.

Aron se inscreveu então para o Ciência Sem Fronteiras no início de 2014. Seis meses depois soube que tinha sido aprovado e que em menos de dois meses iria se despedir do Brasil.

De toda a Europa, Postiglione conta por que escolheu a Inglaterra, “A escolha foi feita quase no chute. Eu não queria ir para os Estados Unidos, e dos países europeus, o único que tinha o inglês como língua oficial era o Reino Unido”. Ele ainda comenta que os critérios para escolher a University of Portsmouth foram: melhor nota da universidade no curso de engenharia eletrônica e o lugar menos frio possível.

Estar longe da família é a principal dificuldade

Ao falar sobre as dificuldades de se adaptar a outra cultura, Postiglione afirma que chegar num país desconhecido, onde as pessoas falam outra língua é complicado, porém, dificulta mais ainda quando se está longe da família e dos amigos. “As coisas começaram a ficar menos difíceis quando fiz amizades”.

Ele também conta que nos primeiros três meses os brasileiros ficaram reunidos no mesmo Hall (moradia da universidade), “Era como se eu não tivesse realmente saído do Brasil, já que nesse tempo eu continuava falando muito mais português do que inglês”. Porém, ele afirma que geralmente não é isso que acontece no Ciência Sem Fronteiras, na maioria das vezes os brasileiros moram com ingleses já no primeiro mês.

Após o terceiro mês, eles foram recolocados e então foram morar com pessoas de diversas nacionalidades. “Quando fui recolocado o susto da chegada já tinha passado, então foi tranquilo para me enturmar e acostumar a viver com pessoas de diversos países” comenta Postiglione. São cerca de 400 universitários que moram no Hall, entre eles brasileiros, noruegueses, chineses, ingleses, romenos, africanos do sul, etc.

A rotina nem sempre é rotina

Para Aron o dia de um universitário inglês já é um pouco melhor que a do brasileiro, começando pelo horário que iniciam as aulas… Nove horas da manhã. “As aulas geralmente são curtas e de no máximo duas horas pra cada matéria por semana”. Após as aulas geralmente os colegas do hall se reúnem em uma cozinha (comunitária) para conversar e se divertir.

Nesses nove meses, não só de aulas viveu o brasileiro, ele também fez várias viagens em que conheceu algumas cidades europeias. Na Espanha conheceu Palma de Mallorca e Barcelona; na França, Riviera Francesa e Paris; na Alemanha, Berlin e Munique; na Holanda, Amsterdam; na Bélgica, Bruxellas, na República Tcheca, Praga; na Áustria, Viena e no Reino Unido, Londres. “O lugar que eu mais gostei Munique, quando fomos para a Oktoberfest. Alugamos dois motorhomes e dirigimos de Londres até Munique durante 26 horas. Foram quatro dias em Munique e essa foi a melhor viagem da minha vida”. Durante a Páscoa a universidade faz uma pausa, que chamam de Easter Break, neste período ele viajará para a Itália, Espanha e Portugal. Porém, ainda pretende viajar para Malta, Grécia e Croácia nas férias de verão.

“Não há experiência mais proveitosa do que um intercâmbio” ressalta Aron Postiglione

Há alguns meses de voltar para o Brasil, Postiglione afirma que é fantástico conhecer pessoas de diversas nacionalidades e viver imerso em outras culturas. Para ele a experiência é valiosa em diversos âmbitos. Questionado sobre o que lhe faz querer voltar para o Brasil ele afirma, “Alem da minha família e amigos, o que mais me faz querer voltar ao Brasil é o calor humano do povo brasileiro, a facilidade de fazer festa e ser feliz em qualquer situação, algo que aqui na Inglaterra não existe”. Já a atual conjuntura política/social/religiosa do país, a crise política, a alta do dólar, a queda dos empregos e a hipocrisia dos valores morais em varias áreas sociais são alguns motivos que não o fariam voltar para o Brasil.

Confira algumas fotos desses nove meses de intercâmbio:

Pra ver mais fotos do Aron siga ele no instagram – @aronpostiglione

Sobre as histórias das viagens que Aron Postiglione fez e ainda fará, você pode conferir toda sexta-feira algumas crônicas que serão postadas aqui no site.